Federação Nacional dos Sindicatos de Empresas de Recursos Humanos, Trabalho Temporário e Terceirizado

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Filiações Internacionais

NOTA À IMPRENSA

Bruxelas, 21 de Setembro de 2016

 

CONFEDERAÇÃO DO EMPREGO PEDE REGULAMENTO INTERNACIONAL DO TRABALHO SEJA REVISTO

A Confederação Mundial do Emprego (antiga CIETT) olha para o futuro do trabalho e pede atenção aos responsáveis políticos para ajustar a regulamentação internacional do trabalho

À medida em que o mundo do trabalho se torna cada vez mais interligado, novas políticas globais e regulação são necessárias para lidar com as questões que ultrapassam as fronteiras nacionais ou regionais. A Confederação Mundial do Emprego entende isto como essencial para as muitas mudanças estruturais que estão ocorrendo em todo o mundo. A globalização, a crescente diversidade das modalidades contratuais, novas expectativas de emprego e carreira, digitalização e demografia são agentes que ajudam a remodelar a forma como trabalhamos hoje.

Como consequência, a Confederação Mundial do Emprego clama aos formuladores de políticas globais a cooperar com a indústria de emprego e todas as outras partes interessadas para ajustar a regulamentação internacional do trabalho e aproveitar as oportunidades que a nova era de trabalho trará. Enquanto quase 200 milhões de pessoas estão desempregadas no mundo, 61% das empresas têm dificuldade no recrutamento de pessoal, principalmente devido à falta de qualificação. Esta questão é fundamental, pois 72% dos profissionais de RH dizem que a escassez de talentos afetou negativamente seus negócios e 45% acreditam que ameaçou a continuidade da liderança e sucessão. A adoção de uma regulamentação adequada contribuirá para reduzir o descompasso entre oferta e demanda de trabalho e levará a melhores políticas de mercados.

"Não estamos diante de uma crise de emprego, mas uma revolução do trabalho em que os mercados entrelaçados exigem mais regulação supranacional, respeitando as diferenças nacionais", afirma Denis Pennel, diretor da Confederação Mundial Emprego. "A criação de políticas de emprego globais e instrumentos que possam ser implementados, regulados e controlados será crucial para o futuro sustentável do trabalho. Estas mudanças devem ser baseadas em princípios transparentes, justos e sensatos que recompensam riscos e tenham inovação. Os formuladores de políticas internacionais terão de desempenhar um papel maior na criação de princípios e regras orientadoras no futuro", afirma Pennel.

Em um documento divulgado no evento "Futuro do Trabalho" (Future of Work), a Confederação Mundial do Emprego analisa em detalhes como as condições de trabalho estão mudando em todo o mundo e fornece uma série de recomendações políticas sobre como se adaptar.

"Este é o fim do trabalho, como nós já sabíamos. Neste ambiente econômico complexo, a regulamentação em assuntos relacionados ao emprego deve adotar uma abordagem "global", devem pensar sobre as diretrizes gerais e as disposições que podem ser transpostas para regulamentos nacionais com alguma flexibilidade. Os legisladores devem criar leis trabalhistas compreensíveis e favoráveis ao emprego, facilitando a expansão internacional das empresas", acrescenta Annemarie Muntz, presidente da Confederação Mundial do Emprego. Uma pesquisa realizada pela entidade mostra que os países que adotaram uma regulamentação inteligente para o emprego são mais competitivos e fornecem mais flexibilidade e segurança para empresas e os trabalhadores.

"Estamos vivendo uma nova realidade do trabalho e nosso setor está no centro desta mudança, desempenhando um papel importante como facilitadores do mercado de trabalho e permitindo melhor acesso ao trabalho. É vital que atuemos ao lado dos legisladores para maximizar as oportunidades que estão sendo apresentadas", comenta o vice-presidente da Confederação Mundial Emprego, Hans Leentjes.

A indústria das agências de emprego está na vanguarda das mudanças e está em uma posição única para oferecer soluções que simplificam o mercado de trabalho. Fornece uma ampla gama de serviços para atender às expectativas individuais dos candidatos, sabendo que modelo padrão não funciona para todos. No mesmo nível de importância, as agências oferecem soluções sustentáveis também às empresas para a contratação de forma mais eficiente.

"Confrontados com novos desafios, o nosso setor evoluiu e, ao invés de apenas disponibilizar candidatos para o preenchimento de vagas de trabalho, passou à criação de soluções de força de trabalho inovadoras e moldação de carreiras. Com a tecnologia nos serviços de emprego, a indústria está cada vez mais se movendo em direção a soluções mais ajustadas ", conclui o presidente Mundial Confederação Emprego Annemarie Muntz.

Depois de quase 50 anos de história, CIETT - International Confederation of Private Employment Services(em português, Confederação Internacional dos Serviços Privados de Emprego) está apresentando o seu novo nome e marca. A World Employment Confederation (em português, Confederação Mundial do Emprego)continuará a ser a voz da indústria global de emprego.

"O nosso novo nome reflete melhor a evolução da nossa sociedade, incluindo federações e empresas nacionais em todos os continentes, bem como a nossa liderança de pensamento quando se trata do mundo do trabalho. Hoje, os nossos integrantes oferecem uma ampla gama de serviços de RH, incluindo o trabalho temporário, recrutamento direto, gestão de carreira, terceirização de processos de recrutamento e serviços gerenciados, a fim de simplificar a complexidade crescente do mercado de trabalho ", explica Denis Pennel.

Sobre a Confederação Mundial do Emprego

A Confederação Mundial do Emprego é a voz da indústria de emprego a nível global, representando estimuladores de mercado de trabalho em 50 países e em 7 das maiores empresas de soluções de força de trabalho internacionais. A entidade tem acesso e engajamento com formuladores de políticas internacionais (OIT, OCDE, Banco Mundial, FMI, IOM, UE) e as partes interessadas (sindicatos, mundo académico, grupos de reflexão, ONG). Também se esforça para o reconhecimento do papel econômico e social desempenhado pela indústria para permitir o trabalho, a adaptação, a segurança e a prosperidade em nossas sociedades. Seus integrantes proporcionam acesso ao mercado de trabalho e um trabalho significativo a mais de 70 milhões de pessoas em todo o mundo e servem cerca de 5 milhões de organizações em uma base anual.

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“Como facilitadores do mercado de trabalho, a indústria do emprego está na vanguarda das mudanças"

O Futuro do Trabalho – Ponto de vista da Confederação Mundial Emprego

 

A rápida mudança tecnológica, globalização, novos modelos de produção e o crescimento da economia são algumas das mudanças estruturais que estão a remodelar o mundo do trabalho. A World Employment Confederation(Confederação Mundial do Emprego, antiga CIETT) e seus integrantes publicaram recentemente um livro abordando questões fundamentais relacionadas à ascensão de um novo mundo de trabalho, com recomendações e, em última instância, invocando formuladores de políticas para adaptar a legislação e políticas do mercado de trabalho.

Enquanto o século XX foi marcado pelo homem trabalhador, chefe de família e provedor, hoje em dia a força de trabalho é composta pela diversidade atuando em variados escopos de trabalho, tais como o assalariado, o autônomo, artístico, empresas familiares e o home office. Ao mesmo tempo, estamos diante de uma nova revolução industrial onde a tecnologia e a globalização, e os mercados de trabalho interligados estão mudando a própria natureza do trabalho.

Além disso, o novo mundo do trabalho será caracterizado por um aumento do trabalho independente. Os empregadores manterão um quadro estável de trabalhadores e buscarão ampliar a mão de obra somente nos picos de demanda, equilibrando a escassez de talento de uma forma mais flexível. Do ponto de vista do trabalhador, este molde de trabalho fará com que ele tenha mais controle sobre suas tarefas e equilíbrio entre o trabalho e as prioridades da vida.

"Estamos vivendo uma nova realidade tanto para as empresas como para os trabalhadores. Nosso setor está desempenhando um papel importante como facilitador do mercado de trabalho, permitido um melhor acesso ao emprego, adaptação, segurança e prosperidade. É vital que trabalhemos lado a lado com os políticos para maximizar as muitas oportunidades que estão sendo apresentadas", explica a presidente da Confederação Mundial do Emprego, Annemarie Muntz.

Os legisladores precisam criar um ambiente que promova uma variedade de arranjos contratuais, como forma de aumentar a inclusão e a participação no mercado de trabalho. Eles também precisam garantir que o potencial dinâmico de cada setor e sua contribuição para a economia não sejam impedidos por regras estritas e ultrapassadas. Enquanto isso, empregadores operam em mercados de trabalho cada vez mais globais e interligados, que pedem por uma regulamentação específica adequada e de leis trabalhistas mais convergentes. Os legisladores internacionais terão de desempenhar um papel maior na elaboração de princípios orientadores e de leis trabalhistas favoráveis ao emprego no futuro.

A indústria das agências de emprego está na vanguarda das mudanças e está em uma posição única para oferecer soluções que simplificam o mercado de trabalho. Fornece uma ampla gama de serviços para atender às expectativas individuais dos candidatos, sabendo que modelo padrão não funciona para todos. Além disso, as agências oferecem soluções sustentáveis também às empresas.

"Confrontados com novos desafios, o nosso segmento evoluiu desde a disponibilização de candidatos e preenchimento de vagas de trabalho à criação de soluções de força de trabalho inovadoras e moldadoras de carreiras. Com a tecnologia, o mercado está se movendo em direção a soluções mais ajustadas”, comenta Hans Leentjes, vice-presidente da Confederação Mundial do Emprego.

Depois de quase 50 anos de história, CIETT - International Confederation of Private Employment Services(em português, Confederação Internacional dos Serviços Privados de Emprego) está apresentando o seu novo nome e marca. A World Employment Confederation (em português, Confederação Mundial do Emprego)continuará a ser a voz da indústria global de emprego.

Esperamos que o nosso novo nome reflita melhor a evolução da nossa sociedade, incluindo federações nacionais e empresas em todos os continentes, bem como o extenso território da nossa indústria (o mundo do trabalho). Nossos integrantes já oferecem uma ampla gama de serviços de RH, incluindo o recrutamento direto, gestão de carreira, terceirização de processos de recrutamento e serviços gerenciados, o que lhes permite liderar em um mundo em mudança do trabalho", conclui Denis Pennel, diretor da Confederação Mundial do Emprego.

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O Futuro do Trabalho

Questões e recomendações de política da indústria do emprego

O avanço rápido da tecnologia, demografia, diversidade, globalização, novos modelos de produção e o crescimento da economia são algumas das mudanças estruturais que estão a remodelar o mundo do trabalho. Como estamos no centro de uma mudança de paradigma, este texto identifica questões políticas essenciais, fornece recomendações e, finalmente, convida os legisladores a adaptarem as leis vigentes.

I – Trabalho e sociedade: o fim do trabalho como conhecemos

Enquanto o século XX foi marcado pelo homem trabalhador, chefe de família e provedor, hoje em dia a força de trabalho é composta pela diversidade atuando em variados escopos de trabalho, tais como o assalariado, o autônomo, artístico, empresas familiares e o home office. Ser um funcionário em tempo integral não deve ser visto mais como padrão.

Implicações e desafios: Devido à diversidade da força de trabalho, a abordagem de um modelo padrão não se aplica mais. Há uma variedade de contratos de trabalho e condições que cobrem uma ampla gama de situações, incluindo o trabalho sob demanda, casual ou intermitente, contratos de projetos, e trabalho à base de comprovante.

Recomendações de política: Um ambiente político que promova uma variedade de arranjos contratuais é uma forma de aumentar a participação no mercado de trabalho e a inclusão. Só uma regulação modernizada pode refletir a natureza mutável do mercado e, em particular, o aumento de trabalhadores que atuam à distância do local de trabalho. O impacto causado pelas mudanças na tecnologia, na demografia e inovação empresarial devem ser avaliadas e levadas em consideração. Além disso, promover condições de trabalho mais flexíveis e descentralizados pode atrair outros grupos ao mercado de trabalho.

II – Empregos decentes para todos: rumo a um novo contrato social

Estamos diante uma nova revolução industrial em que a tecnologia e a globalização, os serviços interligados nos mercados de trabalho e serviços globalizados estão mudando a própria natureza do trabalho. Estamos nos afastando da era industrial para a era digital.

Plataformas de talento online estão criando novos caminhos para acesso ao trabalho, construindo experiência, reputação profissional e geração de renda. Muitas pessoas estão se tornando freelancer por opção, curtindo a oportunidade de definir os seus próprios horários, escolher suas atribuições e trabalhar de forma independente.

Implicações e Desafios: A noção de "tempo de trabalho" precisa ser redefinida especialmente por causa da crescente interferência do trabalho na vida pessoal. Digitalização e uma divisão internacional expandida do trabalho significa que estamos mais interligados do que nunca. Comunicação e processos de coordenação melhorados dentro de grupos que operam em todo o mundo, mas também entre diferentes empresas, são muito comuns.

A tecnologia oferece uma grande oportunidade para que os empresários e a sociedade inovem constantemente e iniciem novos negócios. No entanto, a natureza e a velocidade da inovação tecnológica estão criando uma grande ruptura no mundo do trabalho.

Recomendações de política: Desenvolver direitos sociais portáteis e transferíveis, a fim de compensar a incerteza relacionada com a multiplicidade de contratos de trabalho ou status. Se a revolução digital produz modelos de trabalho alternativos e relações de trabalho mais comuns, os políticos terão de considerar um sistema de mais benefícios portáteis.

III – A organização do trabalho e da produção: Para as empresas estendidas

A fim de responder ao crescimento da economia globalizada, os padrões de produção foram reorganizados para ganhar flexibilidade e agilidade. Um modelo emergente da produção industrial envolve pequenas tiragens de produtos e serviços personalizados em massa, a fragmentação global das cadeias de valor e a indefinição de fronteiras entre os produtores, vendedores e consumidores.

Implicações e Desafios: O valor dos trabalhadores não está mais ligado a processos que podem ser automatizados, mas com as contribuições não repetitivas e interativas que estão relacionadas aos seres humanos. As economias pós-industriais não precisam de força física. Em vez disso, precisam de capacidade de cooperar e se adaptar a situações novas e diversificadas. Os trabalhadores têm uma série de habilidades especializadas que eles utilizam na realização de um projeto ou de uma série de tarefas.

Recomendações de políticas: Os legisladores precisam garantir que o potencial dinâmico da partilha e economia colaborativa não sejam impedidos por regras restritas e ultrapassadas. Novos regulamentos capazes de apoiar e proteger todos os intervenientes na economia colaborativa devem ser criados, com a necessidade de eliminar as incertezas jurídicas que seguem a natureza transnacional deste tipo de empresa. Além disso, a igualdade de condições entre os intermediários do mercado de trabalho deve ser protegida e as restrições injustificadas que impeçam o desenvolvimento de serviços de negócios devem ser removidos.

IV – A Governação de Trabalho: Simplificar a complexidade

Para as empresas, o ambiente regulatório está ficando cada vez mais complexo para fazer negócios, pois enfrentam uma ampla sobreposição de regulações rígidas. Isto está criando problemas de governança para o mundo dos negócios quando se trata de gestão do trabalho, uma vez que é mais difícil para as empresas obter uma compreensão completa da regulamentação e dos princípios éticos, especialmente em relação à gestão das suas cadeias de abastecimento globais.

Implicações e Desafios: Os mercados de trabalho entrelaçados solicitam regulação supranacional relevante. A fim de conciliar a complexidade universal do mercado de trabalho, é claro que, respeitando as diferenças nacionais, os legisladores internacionais terão de desempenhar um papel maior na criação de princípios e regras orientadoras no futuro.

Recomendações de política: Neste complexo ambiente econômico, os legisladores não devem adicionar encargos e restrições desnecessárias sobre o mundo dos negócios. Pelo contrário, eles devem criar leis trabalhistas favoráveis ao emprego fáceis de entender. Quando se trata de indústria do emprego, a pesquisa feita pela Confederação Mundial de Emprego mostra que os países que adotaram a regulamentação inteligente para este setor são mais competitivos, entregando flexibilidade e segurança para ambas as empresas e os trabalhadores.

O Livro ‘O Futuro do Trabalho’ está disponível no site: wecglobal.org.

ANEXO

Lista de recomendações de política

I – Trabalho e sociedade: o fim do trabalho como conhecemos 

  • Reconhecer que a multiplicidade se tornou peça-chave dos mercados de trabalho.
  • Garantir a melhor avaliação da diversidade das relações e padrões de trabalho para desenvolver políticas baseadas em fatos.
  • Combater o desemprego, facilitando o acesso ao trabalho.
  • A regulamentação do emprego deve ser modernizada para refletir a natureza mutável do trabalho e do aumento de trabalhadores online.

II – Postos de trabalho dignos para todos: Rumo a um novo contrato social

  • Em termos de política, o trabalho digno deve ser abordado para além dos tipos de contratos de trabalho.
  • Modernizar regimes de segurança social e implementar redes de segurança para as novas formas de trabalho e / ou torná-las consistentes com as formas tradicionais de trabalho que já estão em vigor.
  • Desenvolver direitos sociais portáteis e transferíveis, a fim de compensar a incerteza relacionada com a multiplicidade de contratos de trabalho ou status.
  • Os sistemas fiscais e de benefícios também devem evoluir para proteger aqueles que perdem com as mudanças.
  • A abordagem política da manutenção de competências deve ser redesenhada.
  • Quando se trata de um trabalho digno, a prioridade das autoridades públicas deve ser lutar contra situações, tais como o tráfico de pessoas, trabalho ilegal e trabalho forçado.

III – A organização do trabalho e da produção: Em direção das empresas estendidas

  • Remover obstáculos regulamentares injustificados que dificultem o desenvolvimento de serviços de negócios, como forma de permitir a adaptação à mudança.
  • Certificar-se de que o potencial dinâmico da partilha e economia colaborativa não sejam impedidos por regras estritas e ultrapassadas.
  • Assegurar a igualdade de condições entre os intermediários do mercado de trabalho que prestam os mesmos serviços para evitar a concorrência desleal.
  • Apoiar relações de trabalho de tripartites (tais como o trabalho temporário, as empresas de guarda-chuva, agrupamento de empregadores etc.) como uma maneira de conciliar flexibilidade e segurança.
  • Menos burocracia e mais tapete vermelho para o empreendedorismo!
  • Os custos não salariais do trabalho (encargos sociais) devem ser reduzidos e transformados em impostos (IVA social) já que em muitos casos, representa um obstáculo para as pessoas que empregam.

IV – A Governação do Trabalho: Simplificar a complexidade

  • Os responsáveis políticos devem trabalhar rumo a mercados de trabalho mais flexíveis e adaptáveis, que possam resistir a crises econômicas.
  • É necessária uma ação política para promover mercados de trabalho inclusivos, permitindo que grupos sub-representados e vulneráveis possam ter participação no emprego gratificante e sustentável.
  • Recorrer a instrumentos de trabalho globais e implementar políticas que reconheçam a integração das economias emergentes nos mercados globais e a sua contribuição para a força de trabalho global.
  • Incentivar uma maior cooperação entre os serviços do mercado de trabalho.
  • Necessidade de orientações sobre a gestão da cadeia de abastecimento, que definem como distribuir responsabilidades e riscos entre todas as partes envolvidas.
  • Construir pontes mais estreitas entre a educação e o mundo empresarial.
  • Organizar e promover a mobilidade do trabalho justo.
  • Proteção de dados e privacidade: Qualquer novo regulamento deve ser concebido e executado de uma forma equilibrada.
  • Ampliar a discussão de "relações de trabalho e diálogo social" para reconhecer e englobar as mudanças estruturais em curso no mundo das relações industriais, incluindo a emergência da diversidade das formas e relações de trabalho.