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  • A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou maio com alta de 0,13%, ante um avanço de 0,57% em abril, informou nesta sexta-feira, 7, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o menor pa

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou maio com alta de 0,13%, ante um avanço de 0,57% em abril, informou nesta sexta-feira, 7, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado é o menor pa

Mesmo com um mercado em alta de 12,5% nos primeiros cinco meses do ano, as fabricantes de veículos buscam ser criativas para atrair clientela e ganhar fatias de mercado das concorrentes.

Sem muita margem para reduzir preços no varejo, onde têm pouco mais de 50% de sua clientela (a outra parte são as chamadas vendas diretas para locadoras, frotistas, taxistas, ruralistas e pessoas com deficiência, todas com altos descontos), as montadoras inovam na forma de vender o carro financiado.

A Volkswagen inicia neste fim de semana um inédito plano em que o consumidor dá uma entrada de 50% do valor do modelo novo, fica um ano sem pagar nada e, no 13º mês quita a metade restante corrigida com juros de 1,67% ao mês.

Um exemplo é o Polo 1.0 que, à vista, custa R$ 48.390. Na opção chamada de “Um ano sem pagar nenhuma parcela”, o consumidor pode dar R$ 24.195 no ato da compra e, passados 12 meses, mais R$ 31.258, o que totaliza R$ 55.453.

Gustavo Schmidt, vice-presidente de vendas e marketing da Volkswagen, diz que a ideia do plano de financiamento feito pelo banco da própria marca veio de outra promoção realizada no ano passado, que permitia parcelas de R$ 99 durante o primeiro ano da compra.

“Notamos um grande aumento de fluxo de loja de consumidores interessados em mais detalhes sobre o plano e achamos que isso vai se repetir com a campanha de um ano sem pagar nada”, diz Schmidt. Segundo ele, em muitos casos o comprador nem faz esse plano, mas, ao ir à concessionária, vê outras ofertas e acaba escolhendo uma delas.

A Volkswagen é a segunda maior marca em vendas de automóveis e comerciais leves no Brasil, com 153,4 mil unidades vendidas nos primeiros cinco meses do ano. O volume é 11,6% superior ao de igual período de 2018, ou seja, está um pouco abaixo do crescimento total do mercado.

Feirões

Líder em vendas no País, a General Motors mantém sua estratégia de vendas ao varejo focada em feirões de fábrica. Neste ano foram realizados quatro feirões na fábrica de São Caetano do Sul, no ABC paulista, quase um por mês. Paralelamente ocorreram outros 68 feirões regionais, sempre com descontos e condições especiais de financiamento.

Com alta de 17,4% em relação ao ano passado, a GM vendeu de janeiro a maio deste ano 185,5 mil veículos. Além dos feirões, a marca promoveu ação denominada “Carreta Chevrolet (Concessionária Itinerante)”, em que cinco carretas foram a eventos realizados em 20 cidades do País para promover os modelos da marca. Outra ação foi a realização de test drive com veículos como o luxuoso Camaro e o elétrico Bolt em shoppings de São Paulo e Rio.

A Volkswagen não esconde o desejo de voltar a liderar o mercado brasileiro, posto que ocupou por muitos anos mas que perdeu primeiro para a Fiat, e depois para a GM. “Queremos sim uma participação maior do mercado, mas de forma sustentável”, afirma Schmidt.

Outra marca que fará um feirão na próxima semana, mas ainda não divulgou detalhes, é a Ford. Hoje em quinto lugar no ranking de vendas, a marca vendeu 86,4 mil veículos neste ano, quase 2% a menos que em 2018. Entre as principais fabricantes, foi a única a registrar queda.

No momento, a Ford está às voltas com negociações para vender ou fechar a fábrica de São Bernardo do Campo, onde produz o modelo Fiesta e caminhões.

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