Alta recente da inflação interrompe melhora da renda dos trabalhadores

FOLHA DE S. PAULO

Depois da recente troca de farpas públicas entre os empresários contrários à PEC 45, proposta de reforma tributária da Câmara, e o presidente da Casa, Rodrigo Maia, começa um movimento de reconciliação. O Brasil 200, grupo fundado por Flávio Rocha (Riachuelo), decidiu não participar do ato contra o Congresso  marcado para 15 de março. Foi feito até um convite para que Maia participe de um jantar oferecido pelos empresários em São Paulo na primeira quinzena do mês.

Segundo a assessoria de imprensa de Maia, há chances de ele aceitar o convite. Os anfitriões deixaram que o próprio parlamentar escolha a data.

Luciano Hang, dono da rede de varejo Havan, publicou apoio ao ato em seu perfil nas redes sociais. O próprio Kanner afirma que deve comparecer. Porém, sem fazer discurso em carro de som.

Kanner nega qualquer intenção do grupo de atacar o Congresso. Mas a bandeira de resgatar um imposto nos moldes da antiga CPMF permanece. Após promover um evento em SP em fevereiro para criticar a PEC 45 —apoiada por Maia—, marcou mais um para o próximo dia 11, agora no Senado. O presidente da Câmara será convidado.

"Atacar o Congresso é muito diferente de atacar uma PEC. Estamos atacando a PEC 45 porque é uma péssima proposta de reforma tributária. Causaria desarranjo na economia e elevaria a carga de setores essenciais"

Gabriel Kanner, presidente do Brasil 200

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